Fazendo Caminho I <$BlogRSDUrl$>

sábado, janeiro 10, 2004

ÉVORA


Irei a Évora descobrir o branco
a ogiva o arco a rosácea a nave
a praça como pátio
o pátio como praça.
Nada destrói a intimidade
de sua humana geometria.
Irei a Évora para reencontrar
a perdida harmonia.



Manuel Alegre
Alentejo e Ninguém











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