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segunda-feira, dezembro 22, 2003



OZORNIK


ao Eugénio Lisboa



Tenho o poder em torno azul das estrelas vivas

e sei já desatar as estrelas
copiá-las das árvores

é tanta a confiança nas minhas pranchas de ar de salto
que se me sento na aragem com a perna
para fora (um arrepio rabeia nas bancadas
rima os dentes das crianças aloja o medo)
os amigos me olham distraídos
com seus pássaros ao alcance da mão

deles só o coração expiável
os consterna pulsa baixinho
desiste.


Sebastião Alba
O Ritmo do Presságio

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